Em 1886, John Pemberton era um farmacêutico de Atlanta com um problema.
Tinha inventado um xarope que misturava com água gasosa e vendia no balcão da sua farmácia.
Vendia, em média, nove copos por dia.
Era pouco. Mas era um começo.
Pemberton morreu dois anos depois, sem imaginar o que aquilo ia tornar-se.
Quem comprou a fórmula por 2.300 dólares foi Asa Griggs Candler.
E Candler percebeu algo que Pemberton nunca tinha percebido:
Não chegava ter um bom produto. Era preciso que as pessoas não se esquecessem dele.
Começou a distribuir cupões. A colocar o nome Coca-Cola em tudo.
Relógios, calendários, aventais, leques.
Em 1895, sete anos depois de comprar a fórmula, escreveu aos accionistas:
“A Coca-Cola é agora vendida em todos os estados e territórios dos Estados Unidos.”
Hoje é a marca mais reconhecida do planeta.
E nunca parou de comunicar.
Mesmo quando toda a gente já a conhecia.
Mesmo quando parecia desnecessário.
Porque sabia o que muitos agentes imobiliários ainda não perceberam:
A memória é curta.
Quem deixa de aparecer, deixa de existir na cabeça das pessoas.
Os teus antigos clientes gostaram de trabalhar contigo.
Recomendar-te-iam no dia seguinte se lhes perguntassem.
Mas, provavelmente, já não te têm presente.
Não porque se esqueceram.
Porque tu paraste de aparecer.
Nos próximos dias vou mostrar-te como resolver isso sem teres de escrever uma linha — e sem dependeres da tua própria disciplina para isso.
Fica atento!
Um abraço e tem um dia excelente,
Marco Paulo Costa
www.omeunegocioimobiliario.com

