A Procter & Gamble nasceu em 1837 numa cidade do Ohio chamada Cincinnati.
William Procter fazia velas. James Gamble fazia sabão. Os dois eram cunhados.
O sogro convenceu-os a juntarem-se e a partilharem os custos de produção.
Durante mais de um século, cresceram devagar. Produtos de limpeza, de higiene, do dia-a-dia.
Mas foi nos anos 60 que fizeram algo que ninguém esperava:
Contrataram psicólogos.
Não para desenvolver produtos.
Para perceber como é que as pessoas tomam decisões de compra.
E o que descobriram foi incómodo para muita gente:
Os consumidores não escolhem o melhor produto.
Escolhem o produto de que mais se lembram no momento em que precisam.
Não é uma questão de qualidade.
É uma questão de presença.
A P&G usou essa descoberta para construir algumas das marcas mais fortes do mundo.
Ariel. Gillette. Pampers. Oral-B.
Marcas que não são necessariamente as melhores em termos técnicos.
Mas que estão presentes. Sempre. Em todo o lado.
Agora pensa no teu negócio.
Quando alguém do teu círculo de conhecidos decide vender a casa — ou sabe de alguém que quer comprar — qual é o nome do agente que lhe vem à cabeça?
É o teu?
A Mónica fez-se a essa pergunta.
Tinha 308 clientes na base de dados.
E não conseguia ligar-lhes simplesmente para perguntar se estava tudo bem — parecia forçado.
Começou a enviar a newsletter “Ao Seu Serviço!” todos os meses.
E deixou de precisar de ligar.
“Agora são eles que me contactam! Consigo manter um contacto mensal com todos eles. Através da newsletter do mês passado, efetuei uma angariação em Alvalade, através de um antigo cliente comprador que me recomendou a este proprietário.”
Mónica T.
No próximo e-mail explico-te como o sistema funciona na prática.
Se te interessa, fica atento!
Um abraço e tem um dia excelente,
Marco Paulo Costa
www.omeunegocioimobiliario.com
