No Japão, há uma arte chamada Bonsai que tem mais de mil anos.
É a arte de cultivar árvores em miniatura.
Carvalhos. Pinheiros. Cerejeiras.
Reduzidos a uma fração do seu tamanho, mas vivos. Completos.
Quem não conhece pode pensar que é simples. É só uma árvore pequena.
Não é.
Um bonsai exige atenção constante.
Rega regular. Poda cuidadosa. Luz certa na altura certa.
E a coisa mais importante que os mestres japoneses ensinam é esta:
Um bonsai não morre de um dia para o outro.
Vai secando devagar. Folha a folha. Ramo a ramo.
Sem que notes.
Até que um dia olhas e já não há nada para salvar.
A relação com os teus clientes funciona exactamente assim.
Não se perde de um dia para o outro.
Perde-se no silêncio que se vai acumulando.
Num mês sem contacto. Depois dois. Depois seis.
E um dia apercebes-te que aquele cliente que te adorava já trabalhou com outro agente.
Não porque se tenha zangado contigo.
Porque simplesmente deixaste de existir na vida dele.
E o pior não é perder o cliente.
É nem sequer saber que o perdeste.
Não houve uma ruptura. Não houve uma conversa.
Simplesmente… evaporas-te.
E ele seguiu em frente.
A Graça, Agente Hall of Fame da RE/MAX, viveu o oposto disto.
Manteve o contacto com todos os seus clientes, mesmo os que tinham emigrado.
“Hoje estive com uma cliente que vive em Moçambique e a quem vendi uma casa há cerca de 7 anos.
Disse-me: ‘Graça, gosto muito das tuas newsletters, porque para além de eu retirar sempre algumas dicas, fazem com que me lembre de ti todos os meses.’
Esta senhora vai comprar outra casa, vai vender outra fora de Lisboa e está a contar comigo.”
Graça C.
Sete anos depois.
De Moçambique.
Isso não é sorte. É presença consistente.
Amanhã vou mostrar-te exatamente o que está incluído no Sistema “Ao Seu Serviço!”
Um abraço e tem um dia excelente,
Marco Paulo Costa
www.omeunegocioimobiliario.com

