Avançar para o conteúdo

O sucesso nunca começa como parece…

Em 1976, dois jovens começaram a montar computadores numa garagem.

Um deles chamava-se Steve Jobs.

O outro Steve Wozniak.

O primeiro tinha 21 anos e o segundo 26.

Não havia empresa estruturada.

Não havia mercado provado.

Não havia garantias.

Havia apenas uma ideia clara:

Os computadores iam sair dos laboratórios e entrar na vida das pessoas.

O que raramente se diz é que, durante vários anos, a Apple esteve longe de ser um caso de sucesso.

Houve erros.

Houve produtos que falharam.

Houve momentos em que a empresa esteve perto de desaparecer.

O que fez a diferença não foi genialidade constante.

Foi persistência organizada.

Continuar a aparecer.

Continuar a comunicar.

Continuar a melhorar o produto e a mensagem.

Mesmo quando os resultados ainda não justificavam o esforço.

Agora, pensa na nossa realidade.

O agente imobiliário em Portugal não concorre com visionários da tecnologia.

Concorre com outros agentes muito semelhantes a si.

Mesma zona.

Mesmos portais.

Mesmos imóveis.

Mesma linguagem.

E, ainda assim, uns têm negócio de forma regular.

E outros vivem de picos ocasionais.

A diferença raramente está em trabalhar mais horas.

Está em não desaparecer da cabeça das pessoas.

Há agentes que só comunicam quando precisam de angariar.

E há agentes que estão sempre presentes…

A explicar o mercado.

A dar contexto.

A criar confiança.

Não é fazer barulho.

É criar posição.

Não é publicar todos os dias.

É ser consistente ao longo do tempo.

Tal como aconteceu com a Apple, o trabalho mais importante é quase invisível.

Só se nota quando, de repente, os resultados parecem “naturais”.

Mas não são.

Foram construídos.

No imobiliário, como em qualquer negócio, ganha quem aparece — mesmo quando seria mais fácil parar.

Um abraço e tem um dia excelente,

Marco Paulo Costa
www.omeunegocioimobiliario.com