Isto não é como começa…

Ontem decorreu a final do campeonato de futebol americano – o Superbowl -, em que os Philadelphia Eagles venceram os New England Patriots.

E, apesar de os Patriots terem perdido, o seu melhor jogador (Tom Brady) bateu mais uma série de records.

Tom é considerado um dos melhores jogadores de Futebol Americano de todos os tempos.

Muitos consideram-no mesmo o melhor.

Mas, nem tudo foram rosas quando começou a sua carreira.

Bem, pelo contrário… O início foi bem difícil.

E fez-me lembrar uma coisa que acontecia quando eu era mais novo…

Nessa altura, lembro-me que estava sempre a jogar à bola como meus amigos.

Na rua, na escola, em todo o lugar onde houvesse uma bola – real ou improvisada com qualquer coisa (latas, papéis, etc.).

E, antes de qualquer jogo que se prezasse, tínhamos de escolher equipas.

Quem é que, geralmente, escolhia as equipas?

Os dois melhores jogadores.

Um ia para uma equipa.

O outro ia para a outra.

E cada um, à vez, ia escolhendo os restantes jogadores.

Começado pelos melhores, claro!

E, para o fim, iam ficando os que não eram tão bons ou os que estava em pior forma, leia-se mais gorditos.

Normalmente, era esta a dinâmica.

Ora, no Futebol Americano eles também têm um processo de selecção todos os anos em que cada equipa tem a oportunidade de ir escolhendo um jogador de cada vez.

E, claro, vão começando por aqueles que eles pensam que são os melhores ou, pelo menos, por aqueles que acreditam ter maior potencial.

Ainda que o Tom Brady não tenha sido a primeira escolha, poderíamos pensar que teria sido uma das primeiras, uma vez que o tipo é muito bom.

Mas não foi bem assim…

Ele foi a 199ª escolha do draft do ano de 2000.

198 jogadores foram considerados melhores do que ele nessa altura.

Mas, hoje, o tipo é o melhor. Esse facto não o desanimou nem o fez desistir.

Antes pelo contrário. Se calhar até o motivou a fazer mais e melhor.

E está farto de bater records.

Mesmo com 40 anos (vai fazer 41 em Agosto), uma idade que muitos consideram já bastante avançada e onde tem de competir com malta muito mais jovem que ele.

Como é que ele conseguiu?

Através do trabalho. Um dia de cada vez.

A dar o seu melhor em cada treino e em cada jogo.

Dedicando-se de corpo e alma ao jogo, sem nunca esquecer a sua família.

Mas com uma dedicação e entrega fantásticas.

Um dia de cada vez.

Porque isto não é como começa…

A história (o negócio, a vida) continua e, com trabalho e dedicação é possível chegar onde queremos.

Um forte abraço e uma excelente semana,

Marco Costa
www.omeunegocioimobiliario.com

 

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